quinta-feira, 15 de novembro de 2012

HEREGES ( HEREGES!) - wikcionário verbete etimologia

Michelangelo's Pieta 5450 cropncleaned.jpg
Não há verdade como sonham os filósofos;
há apenas verdades laterais,
em metades, contra-producentes(?),
estelares no indivíduo ao lado,
paralelo aos genes alelos(alelos!) para o amarelo
belo em inflorescências e borboletas sem aletas

( vide o cálculo de coeficiente
para aleta curva, "in verbis", literalmente :
onde, )
Verdades unilaterais
que partilham o corpo do centauro
ou são corporações de centauro
essas inverdades fundamentais,
bilaterais, colaterais...
Enfim,  todas as veleidades para as verdades
em que cremos
e temos em Santa Sé
e na santa fé de Sá-Carneiro, poeta português,
o qual se suicidou
tomando frascos de arseniato de estricnina...
Louca quimera!
( Quimérica vida em transe de poesia!).

Cultivamos, cultuamos
crendices de meninos,
porque desde pequerruchos
estamos a ouvir o chilrear dos pássaros
na molhada manhã
na grama e nas ervas daninhas em cores de arco-íris pintado
por  Joan Miró na hora do dó maior,
menor, minorada
na voz em cantilena da mãe
que tem piedade do menino
que sempre somos e seremos
até a hora da morte. Amém.
( Mãe é mais sublime que sóror minorita
em Tugúrio de Rivotorto).

 Não que tudo ou nada seja relativo;
 há, outrossim, o absoluto,
nem que seja no espírito humano,
esse absoluto, absoluto obsoleto,
mero (Merovíngio!) sopro de flauta de Pã
ou do vento na pá do moinho
para que haja a paz já
( já na jaca! )
e não se faça a guerra
com arqueiro bárbaro
sobre o cavalo amarelo de fome :
o ginete da fome...
- e da fome no homem
cavalgamos até o apocalipse!,
equestres com arco e flecha mongóis :
centauros sentados sobre o alazão em pelo
sem brida, com brio.

Sim, a alma humana
é um sopro da flauta de Pã
e também  do anjo cristão
que toca as trombetas finais
na hora da morte individual
e na hora do ângelus
que  acabará em  Apocalipse,
fórmula geral de morte:
formulação de morte coletiva
em batalha campal.

O anjo é a fome
em terra maninha.
Este postulado, enunciado em cima,
no cimo da economia do homem,
contém um glúten de crença;
e toda crença é perniciosa
porque mui ciosa.
( A verdade é a pior
e mais velada crença :
a crença que pensa
e imagina que sabe e conhece,
estima-se no topo da ciência e da sabedoria...).

No período medievo
a heresia era crime
passível de morte.
A crença faz isso:
fabrica (fábrica!) de paixão
- para miríades de Cristos reais
que de carne e osso
terminam em ossada
branca de sol no zênite
e semi-obscuridade no lusco-fusco
onde busco Cusco e cuco (cucos!).

Contudo, a heresia
nada mais era
que discrepar timidamente
ou com temerária ousadia
da doutrina oficial da Igreja,
então hegemônica,
dona do mundo
e dos homens,
com a Senhora das Dores
à frente das dores
( A piedade de Maria, mãe!...:
a melancólica e trágica piedade de mãe
a prescindir de Micheângelo!)
e Jesus compadecido
com pena das penas
aplicadas às bruxas
e aos demasiados hereges (hereges!).
Heresiarcas! (Heresiarcas...
- contra-tretrarcas da Galiléia...).

O que será crime hoje
não será uma heresia (heresia!)
em outro contexto
de  texto de direito canônico
com um heresiarca em contexto
de terminar com a alma queimada
na fogueira do escárnio social
ou da segregação na congregação
que dista do coração
não convocado a se elevar
na eufemia em voz de sacerdote
a exortar em latim tardio...:
"Sursum corda"?!...

( Pobres filhos de Teresa
condenados à enxovia
por serem heréticos (heréticos cátaros!)
no discurso do Direito e atuação
- ator que reza hoje
por voz de ator coadjuvante
em anfiteatro da deusa etérea da justiça de Roma
tal qual a pitonisa no Oráculo de Delfos
que disse o que disse e diz
o nome da filha de Zeus : Dice.
Dice Dirce?!).

O verde da verdade
não tem nicho de bicho
louvado no labor epistemológico
de um lógico geólogo
cujo objeto é a terra
e suas revoluções:
nada à francesa,
tampouco à inglesa.

A epistemologia não cava a terra
em busca da verdade,
que esse ato é teatro do arqueólogo;
nem busca refúgio nas catacumbas,
ato do mártir antes do martírio
- ardentemente desejado!...:
Escreve epístolas
para longe...
- ao anjo da verdade
livre e preso dentro dos homens
em metade centauros,
faunos, sátiros, sagitários constelados,
da costela de Eva,
Hera e hera : erva daninha
que caminha atrás das folhas ao vento
correndo atrás das gentes,
rente a chão
enluarado em alaranjado
pelo céu noturno...
( Um estudo de piano de Chopin,
em momento escultural da estátua
que representa a piedade de mãe,
a fi de exaltar a mãe polonesa?!...
- nas Polonesas (Polonesas!)
com " A Piedade" invertida,
de ponta-cabeça...
Não há verdade como sonham os filósofos;
há apenas verdades laterais,
em metades, contra-producentes(?),
estelares no indivíduo ao lado,
paralelo aos genes alelos para o amarelo
belo em inflorescências e borboletas sem aletas

( vide o cálculo de coeficiente
para aleta curva, "in verbis", literalmente :
onde, )
Verdades unilaterais
que partilham o corpo do centauro
ou são corporações de centauro
essas inverdades fundamentais,
bilaterais, colaterais...
Enfim,  todas as veleidades para as verdades
em que cremos
e temos em Santa Sé
e na santa fé de Sá-Carneiro, poeta português,
o qual se suicidou
tomando frascos de arseniato de estricnina...
Louca quimera!
( Quimérica vida em transe de poesia!).

Cultivamos, cultuamos
crendices de meninos,
porque desde pequerruchos
estamos a ouvir o chilrear dos pássaros
na molhada manhã
na grama e nas ervas daninhas em cores de arco-íris pintado
por  Joan Miró na hora do dó maior,
menor, minorada
na voz em cantilena da mãe
que tem piedade do menino
que sempre somos e seremos
até a hora da morte. Amém.
( Mãe é mais sublime que sóror minorita
em Tugúrio de Rivotorto).

 Não que tudo ou nada seja relativo;
 há, outrossim, o absoluto,
nem que seja no espírito humano,
esse absoluto, absoluto obsoleto,
mero (Merovíngio!) sopro de flauta de Pã
ou do vento na pá do moinho
para que haja a paz já
( já na jaca! )
e não se faça a guerra
com arqueiro bárbaro
sobre o cavalo amarelo de fome :
o ginete da fome...
- e da fome no homem
cavalgamos até o apocalipse!,
equestres com arco e flecha mongóis :
centauros sentados sobre o alazão em pelo
sem brida, com brio.

Sim, a alma humana
é um sopro da flauta de Pã
e também  do anjo cristão
que toca as trombetas finais
na hora da morte individual
e na hora do ângelus
que  acabará em  Apocalipse,
fórmula geral de morte:
formulação de morte coletiva
em batalha campal.

O anjo é a fome
em terra maninha.
Este postulado, enunciado em cima,
no cimo da economia do homem,
contém um glúten de crença;
e toda crença é perniciosa
porque mui ciosa.
( A verdade é a pior
e mais velada crença :
a crença que pensa
e imagina que sabe e conhece,
estima-se no topo da ciência e da sabedoria...).

No período medievo
a heresia era crime
passível de morte.
A crença faz isso:
fabrica (fábrica!) de paixão
- para miríades de Cristos reais
que de carne e osso
terminam em ossada
branca de sol no zênite
e semi-obscuridade no lusco-fusco
onde busco Cusco e cuco (cucos!).

Contudo, a heresia
nada mais era
que discrepar timidamente
ou com temerária ousadia
da doutrina oficial da Igreja,
então hegemônica,
dona do mundo
e dos homens,
com a Senhora das Dores
à frente das dores
( A piedade de Maria, mãe!...:
a melancólica e trágica piedade de mãe
a prescindir de Micheângelo!)
e Jesus compadecido
com pena das penas
aplicadas às bruxas
e aos demasiados hereges (hereges!).
Heresiarcas! (Heresiarcas...
- contra-tretrarcas da Galiléia...).

O que será crime hoje
não será uma heresia (heresia!)
em outro contexto
de  texto de direito canônico
com um heresiarca em contexto
de terminar com a alma queimada
na fogueira do escárnio social
ou da segregação na congregação
que dista do coração
não convocado a se elevar
na eufemia em voz de sacerdote
a exortar em latim tardio...:
"Sursum corda"?!...

( Pobres filhos de Teresa
condenados à enxovia
por serem heréticos (heréticos cátaros!)
no discurso do Direito e atuação
- ator que reza hoje
por voz de ator coadjuvante
em anfiteatro da deusa etérea da justiça de Roma
tal qual a pitonisa no Oráculo de Delfos
que disse o que disse e diz
o nome da filha de Zeus : Dice.
Dice Dirce?!).

O verde da verdade
não tem nicho de bicho
louvado no labor epistemológico
de um lógico geólogo
cujo objeto é a terra
e suas revoluções:
nada à francesa,
tampouco à inglesa.

A epistemologia não cava a terra
em busca da verdade,
que esse ato é teatro do arqueólogo;
nem busca refúgio nas catacumbas,
ato do mártir antes do martírio
- ardentemente desejado!...:
Escreve epístolas
para longe...
- ao anjo da verdade
livre e preso dentro dos homens
em metade centauros,
faunos, sátiros, sagitários constelados,
da costela de Eva,
Hera e hera : erva daninha
que caminha atrás das folhas ao vento
correndo atrás das gentes,
rente a chão
enluarado em alaranjado
pelo céu noturno...
( Um estudo de piano de Chopin,
em momento escultural da estátua
que representa a piedade de mãe,
a fi de exaltar a mãe polonesa?!...
- nas Polonesas (Polonesas!)
com " A Piedade" invertida,
de ponta-cabeça...
Não há verdade como sonham os filósofos;
há apenas verdades laterais,
em metades, contra-producentes(?),
estelares no indivíduo ao lado,
paralelo aos genes alelos para o amarelo
belo em inflorescências e borboletas sem aletas

( vide o cálculo de coeficiente
para aleta curva, "in verbis", literalmente :
onde, )
Verdades unilaterais
que partilham o corpo do centauro
ou são corporações de centauro
essas inverdades fundamentais,
bilaterais, colaterais...
Enfim,  todas as veleidades para as verdades
em que cremos
e temos em Santa Sé
e na santa fé de Sá-Carneiro, poeta português,
o qual se suicidou
tomando frascos de arseniato de estricnina...
Louca quimera!
( Quimérica vida em transe de poesia!).

Cultivamos, cultuamos
crendices de meninos,
porque desde pequerruchos
estamos a ouvir o chilrear dos pássaros
na molhada manhã
na grama e nas ervas daninhas em cores de arco-íris pintado
por  Joan Miró na hora do dó maior,
menor, minorada
na voz em cantilena da mãe
que tem piedade do menino
que sempre somos e seremos
até a hora da morte. Amém.
( Mãe é mais sublime que sóror minorita
em Tugúrio de Rivotorto).

 Não que tudo ou nada seja relativo;
 há, outrossim, o absoluto,
nem que seja no espírito humano,
esse absoluto, absoluto obsoleto,
mero (Merovíngio!) sopro de flauta de Pã
ou do vento na pá do moinho
para que haja a paz já
( já na jaca! )
e não se faça a guerra
com arqueiro bárbaro
sobre o cavalo amarelo de fome :
o ginete da fome...
- e da fome no homem
cavalgamos até o apocalipse!,
equestres com arco e flecha mongóis :
centauros sentados sobre o alazão em pelo
sem brida, com brio.

Sim, a alma humana
é um sopro da flauta de Pã
e também  do anjo cristão
que toca as trombetas finais
na hora da morte individual
e na hora do ângelus
que  acabará em  Apocalipse,
fórmula geral de morte:
formulação de morte coletiva
em batalha campal.

O anjo é a fome
em terra maninha.
Este postulado, enunciado em cima,
no cimo da economia do homem,
contém um glúten de crença;
e toda crença é perniciosa
porque mui ciosa.
( A verdade é a pior
e mais velada crença :
a crença que pensa
e imagina que sabe e conhece,
estima-se no topo da ciência e da sabedoria...).

No período medievo
a heresia era crime
passível de morte.
A crença faz isso:
fabrica (fábrica!) de paixão
- para miríades de Cristos reais
que de carne e osso
terminam em ossada
branca de sol no zênite
e semi-obscuridade no lusco-fusco
onde busco Cusco e cuco (cucos!).

Contudo, a heresia
nada mais era
que discrepar timidamente
ou com temerária ousadia
da doutrina oficial da Igreja,
então hegemônica,
dona do mundo
e dos homens,
com a Senhora das Dores
à frente das dores
( A piedade de Maria, mãe!...:
a melancólica e trágica piedade de mãe
a prescindir de Micheângelo!)
e Jesus compadecido
com pena das penas
aplicadas às bruxas
e aos demasiados hereges (hereges!).
Heresiarcas! (Heresiarcas...
- contra-tretrarcas da Galiléia...).

O que será crime hoje
não será uma heresia (heresia!)
em outro contexto
de  texto de direito canônico
com um heresiarca em contexto
de terminar com a alma queimada
na fogueira do escárnio social
ou da segregação na congregação
que dista do coração
não convocado a se elevar
na eufemia em voz de sacerdote
a exortar em latim tardio...:
"Sursum corda"?!...

( Pobres filhos de Teresa
condenados à enxovia
por serem heréticos (heréticos cátaros!)
no discurso do Direito e atuação
- ator que reza hoje
por voz de ator coadjuvante
em anfiteatro da deusa etérea da justiça de Roma
tal qual a pitonisa no Oráculo de Delfos
que disse o que disse e diz
o nome da filha de Zeus : Dice.

O que Dice Dirce?!).

O verde da verdade
não tem nicho de bicho
louvado no labor epistemológico
de um lógico geólogo
cujo objeto é a terra
e suas revoluções:
nada à francesa,
tampouco à inglesa.

A epistemologia não cava a terra
em busca da verdade,
que esse ato é teatro do arqueólogo;
nem busca refúgio nas catacumbas,
ato do mártir antes do martírio
- ardentemente desejado!...:
Escreve epístolas
para longe...
- ao anjo da verdade
livre e preso dentro dos homens
em metade centauros,
faunos, sátiros, sagitários constelados,
da costela de Eva,
Hera e hera : erva daninha
que caminha atrás das folhas ao vento
correndo atrás das gentes,
rente a chão
enluarado em alaranjado
pelo céu noturno...
( Um estudo de piano de Chopin,
em momento escultural da estátua
que representa a piedade de mãe,
a fi de exaltar a mãe polonesa?!...
- nas Polonesas (Polonesas!)
com a" Piedade" invertida,
de ponta-cabeça...

Ficheiro:Michelangelo Pieta Firenze.jpg

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CUSCO (CUZCO!) - verbete etimologia enciclopédia

Michelangelo's Pieta 5450 cropncleaned.jpg
Não há verdade como sonham os filósofos;
há apenas verdades laterais,
em metades, contra-producentes(?),
estelares no indivíduo ao lado,
paralelo aos genes alelos(alelos!) para o amarelo
belo em inflorescências e borboletas sem aletas

( vide o cálculo de coeficiente
para aleta curva, "in verbis", literalmente :
onde, )
Verdades unilaterais
que partilham o corpo do centauro
ou são corporações de centauro
essas inverdades fundamentais,
bilaterais, colaterais...
Enfim,  todas as veleidades para as verdades
em que cremos
e temos em Santa Sé
e na santa fé de Sá-Carneiro, poeta português,
o qual se suicidou
tomando frascos de arseniato de estricnina...
Louca quimera!
( Quimérica vida em transe de poesia!).

Cultivamos, cultuamos
crendices de meninos,
porque desde pequerruchos
estamos a ouvir o chilrear dos pássaros
na molhada manhã
na grama e nas ervas daninhas em cores de arco-íris pintado
por  Joan Miró na hora do dó maior,
menor, minorada
na voz em cantilena da mãe
que tem piedade do menino
que sempre somos e seremos
até a hora da morte. Amém.
( Mãe é mais sublime que sóror minorita
em Tugúrio de Rivotorto).

 Não que tudo ou nada seja relativo;
 há, outrossim, o absoluto,
nem que seja no espírito humano,
esse absoluto, absoluto obsoleto,
mero (Merovíngio!) sopro de flauta de Pã
ou do vento na pá do moinho
para que haja a paz já
( já na jaca! )
e não se faça a guerra
com arqueiro bárbaro
sobre o cavalo amarelo de fome :
o ginete da fome...
- e da fome no homem
cavalgamos até o apocalipse!,
equestres com arco e flecha mongóis :
centauros sentados sobre o alazão em pelo
sem brida, com brio.

Sim, a alma humana
é um sopro da flauta de Pã
e também  do anjo cristão
que toca as trombetas finais
na hora da morte individual
e na hora do ângelus
que  acabará em  Apocalipse,
fórmula geral de morte:
formulação de morte coletiva
em batalha campal.

O anjo é a fome
em terra maninha.
Este postulado, enunciado em cima,
no cimo da economia do homem,
contém um glúten de crença;
e toda crença é perniciosa
porque mui ciosa.
( A verdade é a pior
e mais velada crença :
a crença que pensa
e imagina que sabe e conhece,
estima-se no topo da ciência e da sabedoria...).

No período medievo
a heresia era crime
passível de morte.
A crença faz isso:
fabrica (fábrica!) de paixão
- para miríades de Cristos reais
que de carne e osso
terminam em ossada
branca de sol no zênite
e semi-obscuridade no lusco-fusco
onde busco Cusco e cuco (cucos!).

Contudo, a heresia
nada mais era
que discrepar timidamente
ou com temerária ousadia
da doutrina oficial da Igreja,
então hegemônica,
dona do mundo
e dos homens,
com a Senhora das Dores
à frente das dores
( A piedade de Maria, mãe!...:
a melancólica e trágica piedade de mãe
a prescindir de Micheângelo!)
e Jesus compadecido
com pena das penas
aplicadas às bruxas
e aos demasiados hereges (hereges!).
Heresiarcas! (Heresiarcas...
- contra-tretrarcas da Galiléia...).

O que será crime hoje
não será uma heresia (heresia!)
em outro contexto
de  texto de direito canônico
com um heresiarca em contexto
de terminar com a alma queimada
na fogueira do escárnio social
ou da segregação na congregação
que dista do coração
não convocado a se elevar
na eufemia em voz de sacerdote
a exortar em latim tardio...:
"Sursum corda"?!...

( Pobres filhos de Teresa
condenados à enxovia
por serem heréticos (heréticos cátaros!)
no discurso do Direito e atuação
- ator que reza hoje
por voz de ator coadjuvante
em anfiteatro da deusa etérea da justiça de Roma
tal qual a pitonisa no Oráculo de Delfos
que disse o que disse e diz
o nome da filha de Zeus : Dice.
Dice Dirce?!).

O verde da verdade
não tem nicho de bicho
louvado no labor epistemológico
de um lógico geólogo
cujo objeto é a terra
e suas revoluções:
nada à francesa,
tampouco à inglesa.

A epistemologia não cava a terra
em busca da verdade,
que esse ato é teatro do arqueólogo;
nem busca refúgio nas catacumbas,
ato do mártir antes do martírio
- ardentemente desejado!...:
Escreve epístolas
para longe...
- ao anjo da verdade
livre e preso dentro dos homens
em metade centauros,
faunos, sátiros, sagitários constelados,
da costela de Eva,
Hera e hera : erva daninha
que caminha atrás das folhas ao vento
correndo atrás das gentes,
rente a chão
enluarado em alaranjado
pelo céu noturno...
( Um estudo de piano de Chopin,
em momento escultural da estátua
que representa a piedade de mãe,
a fi de exaltar a mãe polonesa?!...
- nas Polonesas (Polonesas!)
com " A Piedade" invertida,
de ponta-cabeça...
Não há verdade como sonham os filósofos;
há apenas verdades laterais,
em metades, contra-producentes(?),
estelares no indivíduo ao lado,
paralelo aos genes alelos para o amarelo
belo em inflorescências e borboletas sem aletas

( vide o cálculo de coeficiente
para aleta curva, "in verbis", literalmente :
onde, )
Verdades unilaterais
que partilham o corpo do centauro
ou são corporações de centauro
essas inverdades fundamentais,
bilaterais, colaterais...
Enfim,  todas as veleidades para as verdades
em que cremos
e temos em Santa Sé
e na santa fé de Sá-Carneiro, poeta português,
o qual se suicidou
tomando frascos de arseniato de estricnina...
Louca quimera!
( Quimérica vida em transe de poesia!).

Cultivamos, cultuamos
crendices de meninos,
porque desde pequerruchos
estamos a ouvir o chilrear dos pássaros
na molhada manhã
na grama e nas ervas daninhas em cores de arco-íris pintado
por  Joan Miró na hora do dó maior,
menor, minorada
na voz em cantilena da mãe
que tem piedade do menino
que sempre somos e seremos
até a hora da morte. Amém.
( Mãe é mais sublime que sóror minorita
em Tugúrio de Rivotorto).

 Não que tudo ou nada seja relativo;
 há, outrossim, o absoluto,
nem que seja no espírito humano,
esse absoluto, absoluto obsoleto,
mero (Merovíngio!) sopro de flauta de Pã
ou do vento na pá do moinho
para que haja a paz já
( já na jaca! )
e não se faça a guerra
com arqueiro bárbaro
sobre o cavalo amarelo de fome :
o ginete da fome...
- e da fome no homem
cavalgamos até o apocalipse!,
equestres com arco e flecha mongóis :
centauros sentados sobre o alazão em pelo
sem brida, com brio.

Sim, a alma humana
é um sopro da flauta de Pã
e também  do anjo cristão
que toca as trombetas finais
na hora da morte individual
e na hora do ângelus
que  acabará em  Apocalipse,
fórmula geral de morte:
formulação de morte coletiva
em batalha campal.

O anjo é a fome
em terra maninha.
Este postulado, enunciado em cima,
no cimo da economia do homem,
contém um glúten de crença;
e toda crença é perniciosa
porque mui ciosa.
( A verdade é a pior
e mais velada crença :
a crença que pensa
e imagina que sabe e conhece,
estima-se no topo da ciência e da sabedoria...).

No período medievo
a heresia era crime
passível de morte.
A crença faz isso:
fabrica (fábrica!) de paixão
- para miríades de Cristos reais
que de carne e osso
terminam em ossada
branca de sol no zênite
e semi-obscuridade no lusco-fusco
onde busco Cusco e cuco (cucos!).

Contudo, a heresia
nada mais era
que discrepar timidamente
ou com temerária ousadia
da doutrina oficial da Igreja,
então hegemônica,
dona do mundo
e dos homens,
com a Senhora das Dores
à frente das dores
( A piedade de Maria, mãe!...:
a melancólica e trágica piedade de mãe
a prescindir de Micheângelo!)
e Jesus compadecido
com pena das penas
aplicadas às bruxas
e aos demasiados hereges (hereges!).
Heresiarcas! (Heresiarcas...
- contra-tretrarcas da Galiléia...).

O que será crime hoje
não será uma heresia (heresia!)
em outro contexto
de  texto de direito canônico
com um heresiarca em contexto
de terminar com a alma queimada
na fogueira do escárnio social
ou da segregação na congregação
que dista do coração
não convocado a se elevar
na eufemia em voz de sacerdote
a exortar em latim tardio...:
"Sursum corda"?!...

( Pobres filhos de Teresa
condenados à enxovia
por serem heréticos (heréticos cátaros!)
no discurso do Direito e atuação
- ator que reza hoje
por voz de ator coadjuvante
em anfiteatro da deusa etérea da justiça de Roma
tal qual a pitonisa no Oráculo de Delfos
que disse o que disse e diz
o nome da filha de Zeus : Dice.
Dice Dirce?!).

O verde da verdade
não tem nicho de bicho
louvado no labor epistemológico
de um lógico geólogo
cujo objeto é a terra
e suas revoluções:
nada à francesa,
tampouco à inglesa.

A epistemologia não cava a terra
em busca da verdade,
que esse ato é teatro do arqueólogo;
nem busca refúgio nas catacumbas,
ato do mártir antes do martírio
- ardentemente desejado!...:
Escreve epístolas
para longe...
- ao anjo da verdade
livre e preso dentro dos homens
em metade centauros,
faunos, sátiros, sagitários constelados,
da costela de Eva,
Hera e hera : erva daninha
que caminha atrás das folhas ao vento
correndo atrás das gentes,
rente a chão
enluarado em alaranjado
pelo céu noturno...
( Um estudo de piano de Chopin,
em momento escultural da estátua
que representa a piedade de mãe,
a fi de exaltar a mãe polonesa?!...
- nas Polonesas (Polonesas!)
com " A Piedade" invertida,
de ponta-cabeça...
Não há verdade como sonham os filósofos;
há apenas verdades laterais,
em metades, contra-producentes(?),
estelares no indivíduo ao lado,
paralelo aos genes alelos para o amarelo
belo em inflorescências e borboletas sem aletas

( vide o cálculo de coeficiente
para aleta curva, "in verbis", literalmente :
onde, )
Verdades unilaterais
que partilham o corpo do centauro
ou são corporações de centauro
essas inverdades fundamentais,
bilaterais, colaterais...
Enfim,  todas as veleidades para as verdades
em que cremos
e temos em Santa Sé
e na santa fé de Sá-Carneiro, poeta português,
o qual se suicidou
tomando frascos de arseniato de estricnina...
Louca quimera!
( Quimérica vida em transe de poesia!).

Cultivamos, cultuamos
crendices de meninos,
porque desde pequerruchos
estamos a ouvir o chilrear dos pássaros
na molhada manhã
na grama e nas ervas daninhas em cores de arco-íris pintado
por  Joan Miró na hora do dó maior,
menor, minorada
na voz em cantilena da mãe
que tem piedade do menino
que sempre somos e seremos
até a hora da morte. Amém.
( Mãe é mais sublime que sóror minorita
em Tugúrio de Rivotorto).

 Não que tudo ou nada seja relativo;
 há, outrossim, o absoluto,
nem que seja no espírito humano,
esse absoluto, absoluto obsoleto,
mero (Merovíngio!) sopro de flauta de Pã
ou do vento na pá do moinho
para que haja a paz já
( já na jaca! )
e não se faça a guerra
com arqueiro bárbaro
sobre o cavalo amarelo de fome :
o ginete da fome...
- e da fome no homem
cavalgamos até o apocalipse!,
equestres com arco e flecha mongóis :
centauros sentados sobre o alazão em pelo
sem brida, com brio.

Sim, a alma humana
é um sopro da flauta de Pã
e também  do anjo cristão
que toca as trombetas finais
na hora da morte individual
e na hora do ângelus
que  acabará em  Apocalipse,
fórmula geral de morte:
formulação de morte coletiva
em batalha campal.

O anjo é a fome
em terra maninha.
Este postulado, enunciado em cima,
no cimo da economia do homem,
contém um glúten de crença;
e toda crença é perniciosa
porque mui ciosa.
( A verdade é a pior
e mais velada crença :
a crença que pensa
e imagina que sabe e conhece,
estima-se no topo da ciência e da sabedoria...).

No período medievo
a heresia era crime
passível de morte.
A crença faz isso:
fabrica (fábrica!) de paixão
- para miríades de Cristos reais
que de carne e osso
terminam em ossada
branca de sol no zênite
e semi-obscuridade no lusco-fusco
onde busco Cusco (Cuzco!) e cuco (cucos!).

Contudo, a heresia
nada mais era
que discrepar timidamente
ou com temerária ousadia
da doutrina oficial da Igreja,
então hegemônica,
dona do mundo
e dos homens,
com a Senhora das Dores
à frente das dores
( A piedade de Maria, mãe!...:
a melancólica e trágica piedade de mãe
a prescindir de Micheângelo!)
e Jesus compadecido
com pena das penas
aplicadas às bruxas
e aos demasiados hereges (hereges!).
Heresiarcas! (Heresiarcas...
- contra-tretrarcas da Galiléia...).

O que será crime hoje
não será uma heresia (heresia!)
em outro contexto
de  texto de direito canônico
com um heresiarca em contexto
de terminar com a alma queimada
na fogueira do escárnio social
ou da segregação na congregação
que dista do coração
não convocado a se elevar
na eufemia em voz de sacerdote
a exortar em latim tardio...:
"Sursum corda"?!...

( Pobres filhos de Teresa
condenados à enxovia
por serem heréticos (heréticos cátaros!)
no discurso do Direito e atuação
- ator que reza hoje
por voz de ator coadjuvante
em anfiteatro da deusa etérea da justiça de Roma
tal qual a pitonisa no Oráculo de Delfos
que disse o que disse e diz
o nome da filha de Zeus : Dice.

O que Dice Dirce?!).

O verde da verdade
não tem nicho de bicho
louvado no labor epistemológico
de um lógico geólogo
cujo objeto é a terra
e suas revoluções:
nada à francesa,
tampouco à inglesa.

A epistemologia não cava a terra
em busca da verdade,
que esse ato é teatro do arqueólogo;
nem busca refúgio nas catacumbas,
ato do mártir antes do martírio
- ardentemente desejado!...:
Escreve epístolas
para longe...
- ao anjo da verdade
livre e preso dentro dos homens
em metade centauros,
faunos, sátiros, sagitários constelados,
da costela de Eva,
Hera e hera : erva daninha
que caminha atrás das folhas ao vento
correndo atrás das gentes,
rente a chão
enluarado em alaranjado
pelo céu noturno...
( Um estudo de piano de Chopin,
em momento escultural da estátua
que representa a piedade de mãe,
a fi de exaltar a mãe polonesa?!...
- nas Polonesas (Polonesas!)
com a" Piedade" invertida,
de ponta-cabeça...

Ficheiro:Michelangelo Pieta Firenze.jpg

pietà escultura micheangelo buonaroti wikcionário wikdicionário  biografia vida obra poesia antologia poética dicionári onomástico filosofico cientifico juridico enciclopedico etimologico enciclopédia delta barsa nomenclatura binmial terminologia cientifica filossofica filosofia ciencia arte arteista escultor musico pianista chopin polonia biologia genetica engenharia genetica botanica zoologia mitologia filosofia taxonomia 

SÓROR - wikcionário verbete etimologia

Michelangelo's Pieta 5450 cropncleaned.jpg
Não há verdade como sonham os filósofos;
há apenas verdades laterais,
em metades, contra-producentes(?),
estelares no indivíduo ao lado,
paralelo aos genes alelos(alelos!) para o amarelo
belo em inflorescências e borboletas sem aletas

( vide o cálculo de coeficiente
para aleta curva, "in verbis", literalmente :
onde, )
Verdades unilaterais
que partilham o corpo do centauro
ou são corporações de centauro
essas inverdades fundamentais,
bilaterais, colaterais...
Enfim,  todas as veleidades para as verdades
em que cremos
e temos em Santa Sé
e na santa fé de Sá-Carneiro, poeta português,
o qual se suicidou
tomando frascos de arseniato de estricnina...
Louca quimera!
( Quimérica vida em transe de poesia!).

Cultivamos, cultuamos
crendices de meninos,
porque desde pequerruchos
estamos a ouvir o chilrear dos pássaros
na molhada manhã
na grama e nas ervas daninhas em cores de arco-íris pintado
por  Joan Miró na hora do dó maior,
menor, minorada
na voz em cantilena da mãe
que tem piedade do menino
que sempre somos e seremos
até a hora da morte. Amém.
( Mãe é mais sublime que sóror (sóror!) minorita
em Tugúrio de Rivotorto).

 Não que tudo ou nada seja relativo;
 há, outrossim, o absoluto,
nem que seja no espírito humano,
esse absoluto, absoluto obsoleto,
mero (Merovíngio!) sopro de flauta de Pã
ou do vento na pá do moinho
para que haja a paz já
( já na jaca! )
e não se faça a guerra
com arqueiro bárbaro
sobre o cavalo amarelo de fome :
o ginete da fome...
- e da fome no homem
cavalgamos até o apocalipse!,
equestres com arco e flecha mongóis :
centauros sentados sobre o alazão em pelo
sem brida, com brio.

Sim, a alma humana
é um sopro da flauta de Pã
e também  do anjo cristão
que toca as trombetas finais
na hora da morte individual
e na hora do ângelus
que  acabará em  Apocalipse,
fórmula geral de morte:
formulação de morte coletiva
em batalha campal.

O anjo é a fome
em terra maninha.
Este postulado, enunciado em cima,
no cimo da economia do homem,
contém um glúten de crença;
e toda crença é perniciosa
porque mui ciosa.
( A verdade é a pior
e mais velada crença :
a crença que pensa
e imagina que sabe e conhece,
estima-se no topo da ciência e da sabedoria...).

No período medievo
a heresia era crime
passível de morte.
A crença faz isso:
fabrica (fábrica!) de paixão
- para miríades de Cristos reais
que de carne e osso
terminam em ossada
branca de sol no zênite
e semi-obscuridade no lusco-fusco
onde busco Cusco e cuco (cucos!).

Contudo, a heresia
nada mais era
que discrepar timidamente
ou com temerária ousadia
da doutrina oficial da Igreja,
então hegemônica,
dona do mundo
e dos homens,
com a Senhora das Dores
à frente das dores
( A piedade de Maria, mãe!...:
a melancólica e trágica piedade de mãe
a prescindir de Micheângelo!)
e Jesus compadecido
com pena das penas
aplicadas às bruxas
e aos demasiados hereges (hereges!).
Heresiarcas! (Heresiarcas...
- contra-tretrarcas da Galiléia...).

O que será crime hoje
não será uma heresia (heresia!)
em outro contexto
de  texto de direito canônico
com um heresiarca em contexto
de terminar com a alma queimada
na fogueira do escárnio social
ou da segregação na congregação
que dista do coração
não convocado a se elevar
na eufemia em voz de sacerdote
a exortar em latim tardio...:
"Sursum corda"?!...

( Pobres filhos de Teresa
condenados à enxovia
por serem heréticos (heréticos cátaros!)
no discurso do Direito e atuação
- ator que reza hoje
por voz de ator coadjuvante
em anfiteatro da deusa etérea da justiça de Roma
tal qual a pitonisa no Oráculo de Delfos
que disse o que disse e diz
o nome da filha de Zeus : Dice.
Dice Dirce?!).

O verde da verdade
não tem nicho de bicho
louvado no labor epistemológico
de um lógico geólogo
cujo objeto é a terra
e suas revoluções:
nada à francesa,
tampouco à inglesa.

A epistemologia não cava a terra
em busca da verdade,
que esse ato é teatro do arqueólogo;
nem busca refúgio nas catacumbas,
ato do mártir antes do martírio
- ardentemente desejado!...:
Escreve epístolas
para longe...
- ao anjo da verdade
livre e preso dentro dos homens
em metade centauros,
faunos, sátiros, sagitários constelados,
da costela de Eva,
Hera e hera : erva daninha
que caminha atrás das folhas ao vento
correndo atrás das gentes,
rente a chão
enluarado em alaranjado
pelo céu noturno...
( Um estudo de piano de Chopin,
em momento escultural da estátua
que representa a piedade de mãe,
a fi de exaltar a mãe polonesa?!...
- nas Polonesas (Polonesas!)
com " A Piedade" invertida,
de ponta-cabeça...
Não há verdade como sonham os filósofos;
há apenas verdades laterais,
em metades, contra-producentes(?),
estelares no indivíduo ao lado,
paralelo aos genes alelos para o amarelo
belo em inflorescências e borboletas sem aletas

( vide o cálculo de coeficiente
para aleta curva, "in verbis", literalmente :
onde, )
Verdades unilaterais
que partilham o corpo do centauro
ou são corporações de centauro
essas inverdades fundamentais,
bilaterais, colaterais...
Enfim,  todas as veleidades para as verdades
em que cremos
e temos em Santa Sé
e na santa fé de Sá-Carneiro, poeta português,
o qual se suicidou
tomando frascos de arseniato de estricnina...
Louca quimera!
( Quimérica vida em transe de poesia!).

Cultivamos, cultuamos
crendices de meninos,
porque desde pequerruchos
estamos a ouvir o chilrear dos pássaros
na molhada manhã
na grama e nas ervas daninhas em cores de arco-íris pintado
por  Joan Miró na hora do dó maior,
menor, minorada
na voz em cantilena da mãe
que tem piedade do menino
que sempre somos e seremos
até a hora da morte. Amém.
( Mãe é mais sublime que sóror minorita
em Tugúrio de Rivotorto).

 Não que tudo ou nada seja relativo;
 há, outrossim, o absoluto,
nem que seja no espírito humano,
esse absoluto, absoluto obsoleto,
mero (Merovíngio!) sopro de flauta de Pã
ou do vento na pá do moinho
para que haja a paz já
( já na jaca! )
e não se faça a guerra
com arqueiro bárbaro
sobre o cavalo amarelo de fome :
o ginete da fome...
- e da fome no homem
cavalgamos até o apocalipse!,
equestres com arco e flecha mongóis :
centauros sentados sobre o alazão em pelo
sem brida, com brio.

Sim, a alma humana
é um sopro da flauta de Pã
e também  do anjo cristão
que toca as trombetas finais
na hora da morte individual
e na hora do ângelus
que  acabará em  Apocalipse,
fórmula geral de morte:
formulação de morte coletiva
em batalha campal.

O anjo é a fome
em terra maninha.
Este postulado, enunciado em cima,
no cimo da economia do homem,
contém um glúten de crença;
e toda crença é perniciosa
porque mui ciosa.
( A verdade é a pior
e mais velada crença :
a crença que pensa
e imagina que sabe e conhece,
estima-se no topo da ciência e da sabedoria...).

No período medievo
a heresia era crime
passível de morte.
A crença faz isso:
fabrica (fábrica!) de paixão
- para miríades de Cristos reais
que de carne e osso
terminam em ossada
branca de sol no zênite
e semi-obscuridade no lusco-fusco
onde busco Cusco e cuco (cucos!).

Contudo, a heresia
nada mais era
que discrepar timidamente
ou com temerária ousadia
da doutrina oficial da Igreja,
então hegemônica,
dona do mundo
e dos homens,
com a Senhora das Dores
à frente das dores
( A piedade de Maria, mãe!...:
a melancólica e trágica piedade de mãe
a prescindir de Micheângelo!)
e Jesus compadecido
com pena das penas
aplicadas às bruxas
e aos demasiados hereges (hereges!).
Heresiarcas! (Heresiarcas...
- contra-tretrarcas da Galiléia...).

O que será crime hoje
não será uma heresia (heresia!)
em outro contexto
de  texto de direito canônico
com um heresiarca em contexto
de terminar com a alma queimada
na fogueira do escárnio social
ou da segregação na congregação
que dista do coração
não convocado a se elevar
na eufemia em voz de sacerdote
a exortar em latim tardio...:
"Sursum corda"?!...

( Pobres filhos de Teresa
condenados à enxovia
por serem heréticos (heréticos cátaros!)
no discurso do Direito e atuação
- ator que reza hoje
por voz de ator coadjuvante
em anfiteatro da deusa etérea da justiça de Roma
tal qual a pitonisa no Oráculo de Delfos
que disse o que disse e diz
o nome da filha de Zeus : Dice.
Dice Dirce?!).

O verde da verdade
não tem nicho de bicho
louvado no labor epistemológico
de um lógico geólogo
cujo objeto é a terra
e suas revoluções:
nada à francesa,
tampouco à inglesa.

A epistemologia não cava a terra
em busca da verdade,
que esse ato é teatro do arqueólogo;
nem busca refúgio nas catacumbas,
ato do mártir antes do martírio
- ardentemente desejado!...:
Escreve epístolas
para longe...
- ao anjo da verdade
livre e preso dentro dos homens
em metade centauros,
faunos, sátiros, sagitários constelados,
da costela de Eva,
Hera e hera : erva daninha
que caminha atrás das folhas ao vento
correndo atrás das gentes,
rente a chão
enluarado em alaranjado
pelo céu noturno...
( Um estudo de piano de Chopin,
em momento escultural da estátua
que representa a piedade de mãe,
a fi de exaltar a mãe polonesa?!...
- nas Polonesas (Polonesas!)
com " A Piedade" invertida,
de ponta-cabeça...
Não há verdade como sonham os filósofos;
há apenas verdades laterais,
em metades, contra-producentes(?),
estelares no indivíduo ao lado,
paralelo aos genes alelos para o amarelo
belo em inflorescências e borboletas sem aletas

( vide o cálculo de coeficiente
para aleta curva, "in verbis", literalmente :
onde, )
Verdades unilaterais
que partilham o corpo do centauro
ou são corporações de centauro
essas inverdades fundamentais,
bilaterais, colaterais...
Enfim,  todas as veleidades para as verdades
em que cremos
e temos em Santa Sé
e na santa fé de Sá-Carneiro, poeta português,
o qual se suicidou
tomando frascos de arseniato de estricnina...
Louca quimera!
( Quimérica vida em transe de poesia!).

Cultivamos, cultuamos
crendices de meninos,
porque desde pequerruchos
estamos a ouvir o chilrear dos pássaros
na molhada manhã
na grama e nas ervas daninhas em cores de arco-íris pintado
por  Joan Miró na hora do dó maior,
menor, minorada
na voz em cantilena da mãe
que tem piedade do menino
que sempre somos e seremos
até a hora da morte. Amém.
( Mãe é mais sublime que sóror minorita
em Tugúrio de Rivotorto).

 Não que tudo ou nada seja relativo;
 há, outrossim, o absoluto,
nem que seja no espírito humano,
esse absoluto, absoluto obsoleto,
mero (Merovíngio!) sopro de flauta de Pã
ou do vento na pá do moinho
para que haja a paz já
( já na jaca! )
e não se faça a guerra
com arqueiro bárbaro
sobre o cavalo amarelo de fome :
o ginete da fome...
- e da fome no homem
cavalgamos até o apocalipse!,
equestres com arco e flecha mongóis :
centauros sentados sobre o alazão em pelo
sem brida, com brio.

Sim, a alma humana
é um sopro da flauta de Pã
e também  do anjo cristão
que toca as trombetas finais
na hora da morte individual
e na hora do ângelus
que  acabará em  Apocalipse,
fórmula geral de morte:
formulação de morte coletiva
em batalha campal.

O anjo é a fome
em terra maninha.
Este postulado, enunciado em cima,
no cimo da economia do homem,
contém um glúten de crença;
e toda crença é perniciosa
porque mui ciosa.
( A verdade é a pior
e mais velada crença :
a crença que pensa
e imagina que sabe e conhece,
estima-se no topo da ciência e da sabedoria...).

No período medievo
a heresia era crime
passível de morte.
A crença faz isso:
fabrica (fábrica!) de paixão
- para miríades de Cristos reais
que de carne e osso
terminam em ossada
branca de sol no zênite
e semi-obscuridade no lusco-fusco
onde busco Cusco e cuco (cucos!).

Contudo, a heresia
nada mais era
que discrepar timidamente
ou com temerária ousadia
da doutrina oficial da Igreja,
então hegemônica,
dona do mundo
e dos homens,
com a Senhora das Dores
à frente das dores
( A piedade de Maria, mãe!...:
a melancólica e trágica piedade de mãe
a prescindir de Micheângelo!)
e Jesus compadecido
com pena das penas
aplicadas às bruxas
e aos demasiados hereges (hereges!).
Heresiarcas! (Heresiarcas...
- contra-tretrarcas da Galiléia...).

O que será crime hoje
não será uma heresia (heresia!)
em outro contexto
de  texto de direito canônico
com um heresiarca em contexto
de terminar com a alma queimada
na fogueira do escárnio social
ou da segregação na congregação
que dista do coração
não convocado a se elevar
na eufemia em voz de sacerdote
a exortar em latim tardio...:
"Sursum corda"?!...

( Pobres filhos de Teresa
condenados à enxovia
por serem heréticos (heréticos cátaros!)
no discurso do Direito e atuação
- ator que reza hoje
por voz de ator coadjuvante
em anfiteatro da deusa etérea da justiça de Roma
tal qual a pitonisa no Oráculo de Delfos
que disse o que disse e diz
o nome da filha de Zeus : Dice.

O que Dice Dirce?!).

O verde da verdade
não tem nicho de bicho
louvado no labor epistemológico
de um lógico geólogo
cujo objeto é a terra
e suas revoluções:
nada à francesa,
tampouco à inglesa.

A epistemologia não cava a terra
em busca da verdade,
que esse ato é teatro do arqueólogo;
nem busca refúgio nas catacumbas,
ato do mártir antes do martírio
- ardentemente desejado!...:
Escreve epístolas
para longe...
- ao anjo da verdade
livre e preso dentro dos homens
em metade centauros,
faunos, sátiros, sagitários constelados,
da costela de Eva,
Hera e hera : erva daninha
que caminha atrás das folhas ao vento
correndo atrás das gentes,
rente a chão
enluarado em alaranjado
pelo céu noturno...
( Um estudo de piano de Chopin,
em momento escultural da estátua
que representa a piedade de mãe,
a fi de exaltar a mãe polonesa?!...
- nas Polonesas (Polonesas!)
com a" Piedade" invertida,
de ponta-cabeça...

Ficheiro:Michelangelo Pieta Firenze.jpg

pietà escultura micheangelo buonaroti wikcionário wikdicionário  biografia vida obra poesia antologia poética dicionári onomástico filosofico cientifico juridico enciclopedico etimologico enciclopédia delta barsa nomenclatura binmial terminologia cientifica filossofica filosofia ciencia arte arteista escultor musico pianista chopin polonia biologia genetica engenharia genetica botanica zoologia mitologia filosofia taxonomia 

GENES ALELOS - verbete wikcionário etimologia

Michelangelo's Pieta 5450 cropncleaned.jpg
Não há verdade como sonham os filósofos;
há apenas verdades laterais,
em metades, contra-producentes(?),
estelares no indivíduo ao lado,
paralelo aos genes alelos(alelos!) para o amarelo
belo em inflorescências e borboletas sem aletas

( vide o cálculo de coeficiente
para aleta curva, "in verbis", literalmente :
onde, )
Verdades unilaterais
que partilham o corpo do centauro
ou são corporações de centauro
essas inverdades fundamentais,
bilaterais, colaterais...
Enfim,  todas as veleidades para as verdades
em que cremos
e temos em Santa Sé
e na santa fé de Sá-Carneiro, poeta português,
o qual se suicidou
tomando frascos de arseniato de estricnina...
Louca quimera!
( Quimérica vida em transe de poesia!).

Cultivamos, cultuamos
crendices de meninos,
porque desde pequerruchos
estamos a ouvir o chilrear dos pássaros
na molhada manhã
na grama e nas ervas daninhas em cores de arco-íris pintado
por  Joan Miró na hora do dó maior,
menor, minorada
na voz em cantilena da mãe
que tem piedade do menino
que sempre somos e seremos
até a hora da morte. Amém.
( Mãe é mais sublime que sóror minorita
em Tugúrio de Rivotorto).

 Não que tudo ou nada seja relativo;
 há, outrossim, o absoluto,
nem que seja no espírito humano,
esse absoluto, absoluto obsoleto,
mero (Merovíngio!) sopro de flauta de Pã
ou do vento na pá do moinho
para que haja a paz já
( já na jaca! )
e não se faça a guerra
com arqueiro bárbaro
sobre o cavalo amarelo de fome :
o ginete da fome...
- e da fome no homem
cavalgamos até o apocalipse!,
equestres com arco e flecha mongóis :
centauros sentados sobre o alazão em pelo
sem brida, com brio.

Sim, a alma humana
é um sopro da flauta de Pã
e também  do anjo cristão
que toca as trombetas finais
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e na hora do ângelus
que  acabará em  Apocalipse,
fórmula geral de morte:
formulação de morte coletiva
em batalha campal.

O anjo é a fome
em terra maninha.
Este postulado, enunciado em cima,
no cimo da economia do homem,
contém um glúten de crença;
e toda crença é perniciosa
porque mui ciosa.
( A verdade é a pior
e mais velada crença :
a crença que pensa
e imagina que sabe e conhece,
estima-se no topo da ciência e da sabedoria...).

No período medievo
a heresia era crime
passível de morte.
A crença faz isso:
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- para miríades de Cristos reais
que de carne e osso
terminam em ossada
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e semi-obscuridade no lusco-fusco
onde busco Cusco e cuco (cucos!).

Contudo, a heresia
nada mais era
que discrepar timidamente
ou com temerária ousadia
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então hegemônica,
dona do mundo
e dos homens,
com a Senhora das Dores
à frente das dores
( A piedade de Maria, mãe!...:
a melancólica e trágica piedade de mãe
a prescindir de Micheângelo!)
e Jesus compadecido
com pena das penas
aplicadas às bruxas
e aos demasiados hereges (hereges!).
Heresiarcas! (Heresiarcas...
- contra-tretrarcas da Galiléia...).

O que será crime hoje
não será uma heresia (heresia!)
em outro contexto
de  texto de direito canônico
com um heresiarca em contexto
de terminar com a alma queimada
na fogueira do escárnio social
ou da segregação na congregação
que dista do coração
não convocado a se elevar
na eufemia em voz de sacerdote
a exortar em latim tardio...:
"Sursum corda"?!...

( Pobres filhos de Teresa
condenados à enxovia
por serem heréticos (heréticos cátaros!)
no discurso do Direito e atuação
- ator que reza hoje
por voz de ator coadjuvante
em anfiteatro da deusa etérea da justiça de Roma
tal qual a pitonisa no Oráculo de Delfos
que disse o que disse e diz
o nome da filha de Zeus : Dice.
Dice Dirce?!).

O verde da verdade
não tem nicho de bicho
louvado no labor epistemológico
de um lógico geólogo
cujo objeto é a terra
e suas revoluções:
nada à francesa,
tampouco à inglesa.

A epistemologia não cava a terra
em busca da verdade,
que esse ato é teatro do arqueólogo;
nem busca refúgio nas catacumbas,
ato do mártir antes do martírio
- ardentemente desejado!...:
Escreve epístolas
para longe...
- ao anjo da verdade
livre e preso dentro dos homens
em metade centauros,
faunos, sátiros, sagitários constelados,
da costela de Eva,
Hera e hera : erva daninha
que caminha atrás das folhas ao vento
correndo atrás das gentes,
rente a chão
enluarado em alaranjado
pelo céu noturno...
( Um estudo de piano de Chopin,
em momento escultural da estátua
que representa a piedade de mãe,
a fi de exaltar a mãe polonesa?!...
- nas Polonesas (Polonesas!)
com " A Piedade" invertida,
de ponta-cabeça...
Não há verdade como sonham os filósofos;
há apenas verdades laterais,
em metades, contra-producentes(?),
estelares no indivíduo ao lado,
paralelo aos genes alelos para o amarelo
belo em inflorescências e borboletas sem aletas

( vide o cálculo de coeficiente
para aleta curva, "in verbis", literalmente :
onde, )
Verdades unilaterais
que partilham o corpo do centauro
ou são corporações de centauro
essas inverdades fundamentais,
bilaterais, colaterais...
Enfim,  todas as veleidades para as verdades
em que cremos
e temos em Santa Sé
e na santa fé de Sá-Carneiro, poeta português,
o qual se suicidou
tomando frascos de arseniato de estricnina...
Louca quimera!
( Quimérica vida em transe de poesia!).

Cultivamos, cultuamos
crendices de meninos,
porque desde pequerruchos
estamos a ouvir o chilrear dos pássaros
na molhada manhã
na grama e nas ervas daninhas em cores de arco-íris pintado
por  Joan Miró na hora do dó maior,
menor, minorada
na voz em cantilena da mãe
que tem piedade do menino
que sempre somos e seremos
até a hora da morte. Amém.
( Mãe é mais sublime que sóror minorita
em Tugúrio de Rivotorto).

 Não que tudo ou nada seja relativo;
 há, outrossim, o absoluto,
nem que seja no espírito humano,
esse absoluto, absoluto obsoleto,
mero (Merovíngio!) sopro de flauta de Pã
ou do vento na pá do moinho
para que haja a paz já
( já na jaca! )
e não se faça a guerra
com arqueiro bárbaro
sobre o cavalo amarelo de fome :
o ginete da fome...
- e da fome no homem
cavalgamos até o apocalipse!,
equestres com arco e flecha mongóis :
centauros sentados sobre o alazão em pelo
sem brida, com brio.

Sim, a alma humana
é um sopro da flauta de Pã
e também  do anjo cristão
que toca as trombetas finais
na hora da morte individual
e na hora do ângelus
que  acabará em  Apocalipse,
fórmula geral de morte:
formulação de morte coletiva
em batalha campal.

O anjo é a fome
em terra maninha.
Este postulado, enunciado em cima,
no cimo da economia do homem,
contém um glúten de crença;
e toda crença é perniciosa
porque mui ciosa.
( A verdade é a pior
e mais velada crença :
a crença que pensa
e imagina que sabe e conhece,
estima-se no topo da ciência e da sabedoria...).

No período medievo
a heresia era crime
passível de morte.
A crença faz isso:
fabrica (fábrica!) de paixão
- para miríades de Cristos reais
que de carne e osso
terminam em ossada
branca de sol no zênite
e semi-obscuridade no lusco-fusco
onde busco Cusco e cuco (cucos!).

Contudo, a heresia
nada mais era
que discrepar timidamente
ou com temerária ousadia
da doutrina oficial da Igreja,
então hegemônica,
dona do mundo
e dos homens,
com a Senhora das Dores
à frente das dores
( A piedade de Maria, mãe!...:
a melancólica e trágica piedade de mãe
a prescindir de Micheângelo!)
e Jesus compadecido
com pena das penas
aplicadas às bruxas
e aos demasiados hereges (hereges!).
Heresiarcas! (Heresiarcas...
- contra-tretrarcas da Galiléia...).

O que será crime hoje
não será uma heresia (heresia!)
em outro contexto
de  texto de direito canônico
com um heresiarca em contexto
de terminar com a alma queimada
na fogueira do escárnio social
ou da segregação na congregação
que dista do coração
não convocado a se elevar
na eufemia em voz de sacerdote
a exortar em latim tardio...:
"Sursum corda"?!...

( Pobres filhos de Teresa
condenados à enxovia
por serem heréticos (heréticos cátaros!)
no discurso do Direito e atuação
- ator que reza hoje
por voz de ator coadjuvante
em anfiteatro da deusa etérea da justiça de Roma
tal qual a pitonisa no Oráculo de Delfos
que disse o que disse e diz
o nome da filha de Zeus : Dice.
Dice Dirce?!).

O verde da verdade
não tem nicho de bicho
louvado no labor epistemológico
de um lógico geólogo
cujo objeto é a terra
e suas revoluções:
nada à francesa,
tampouco à inglesa.

A epistemologia não cava a terra
em busca da verdade,
que esse ato é teatro do arqueólogo;
nem busca refúgio nas catacumbas,
ato do mártir antes do martírio
- ardentemente desejado!...:
Escreve epístolas
para longe...
- ao anjo da verdade
livre e preso dentro dos homens
em metade centauros,
faunos, sátiros, sagitários constelados,
da costela de Eva,
Hera e hera : erva daninha
que caminha atrás das folhas ao vento
correndo atrás das gentes,
rente a chão
enluarado em alaranjado
pelo céu noturno...
( Um estudo de piano de Chopin,
em momento escultural da estátua
que representa a piedade de mãe,
a fi de exaltar a mãe polonesa?!...
- nas Polonesas (Polonesas!)
com " A Piedade" invertida,
de ponta-cabeça...
Não há verdade como sonham os filósofos;
há apenas verdades laterais,
em metades, contra-producentes(?),
estelares no indivíduo ao lado,
paralelo aos genes alelos para o amarelo
belo em inflorescências e borboletas sem aletas

( vide o cálculo de coeficiente
para aleta curva, "in verbis", literalmente :
onde, )
Verdades unilaterais
que partilham o corpo do centauro
ou são corporações de centauro
essas inverdades fundamentais,
bilaterais, colaterais...
Enfim,  todas as veleidades para as verdades
em que cremos
e temos em Santa Sé
e na santa fé de Sá-Carneiro, poeta português,
o qual se suicidou
tomando frascos de arseniato de estricnina...
Louca quimera!
( Quimérica vida em transe de poesia!).

Cultivamos, cultuamos
crendices de meninos,
porque desde pequerruchos
estamos a ouvir o chilrear dos pássaros
na molhada manhã
na grama e nas ervas daninhas em cores de arco-íris pintado
por  Joan Miró na hora do dó maior,
menor, minorada
na voz em cantilena da mãe
que tem piedade do menino
que sempre somos e seremos
até a hora da morte. Amém.
( Mãe é mais sublime que sóror minorita
em Tugúrio de Rivotorto).

 Não que tudo ou nada seja relativo;
 há, outrossim, o absoluto,
nem que seja no espírito humano,
esse absoluto, absoluto obsoleto,
mero (Merovíngio!) sopro de flauta de Pã
ou do vento na pá do moinho
para que haja a paz já
( já na jaca! )
e não se faça a guerra
com arqueiro bárbaro
sobre o cavalo amarelo de fome :
o ginete da fome...
- e da fome no homem
cavalgamos até o apocalipse!,
equestres com arco e flecha mongóis :
centauros sentados sobre o alazão em pelo
sem brida, com brio.

Sim, a alma humana
é um sopro da flauta de Pã
e também  do anjo cristão
que toca as trombetas finais
na hora da morte individual
e na hora do ângelus
que  acabará em  Apocalipse,
fórmula geral de morte:
formulação de morte coletiva
em batalha campal.

O anjo é a fome
em terra maninha.
Este postulado, enunciado em cima,
no cimo da economia do homem,
contém um glúten de crença;
e toda crença é perniciosa
porque mui ciosa.
( A verdade é a pior
e mais velada crença :
a crença que pensa
e imagina que sabe e conhece,
estima-se no topo da ciência e da sabedoria...).

No período medievo
a heresia era crime
passível de morte.
A crença faz isso:
fabrica (fábrica!) de paixão
- para miríades de Cristos reais
que de carne e osso
terminam em ossada
branca de sol no zênite
e semi-obscuridade no lusco-fusco
onde busco Cusco e cuco (cucos!).

Contudo, a heresia
nada mais era
que discrepar timidamente
ou com temerária ousadia
da doutrina oficial da Igreja,
então hegemônica,
dona do mundo
e dos homens,
com a Senhora das Dores
à frente das dores
( A piedade de Maria, mãe!...:
a melancólica e trágica piedade de mãe
a prescindir de Micheângelo!)
e Jesus compadecido
com pena das penas
aplicadas às bruxas
e aos demasiados hereges (hereges!).
Heresiarcas! (Heresiarcas...
- contra-tretrarcas da Galiléia...).

O que será crime hoje
não será uma heresia (heresia!)
em outro contexto
de  texto de direito canônico
com um heresiarca em contexto
de terminar com a alma queimada
na fogueira do escárnio social
ou da segregação na congregação
que dista do coração
não convocado a se elevar
na eufemia em voz de sacerdote
a exortar em latim tardio...:
"Sursum corda"?!...

( Pobres filhos de Teresa
condenados à enxovia
por serem heréticos (heréticos cátaros!)
no discurso do Direito e atuação
- ator que reza hoje
por voz de ator coadjuvante
em anfiteatro da deusa etérea da justiça de Roma
tal qual a pitonisa no Oráculo de Delfos
que disse o que disse e diz
o nome da filha de Zeus : Dice.
Dice Dirce?!).

O verde da verdade
não tem nicho de bicho
louvado no labor epistemológico
de um lógico geólogo
cujo objeto é a terra
e suas revoluções:
nada à francesa,
tampouco à inglesa.

A epistemologia não cava a terra
em busca da verdade,
que esse ato é teatro do arqueólogo;
nem busca refúgio nas catacumbas,
ato do mártir antes do martírio
- ardentemente desejado!...:
Escreve epístolas
para longe...
- ao anjo da verdade
livre e preso dentro dos homens
em metade centauros,
faunos, sátiros, sagitários constelados,
da costela de Eva,
Hera e hera : erva daninha
que caminha atrás das folhas ao vento
correndo atrás das gentes,
rente a chão
enluarado em alaranjado
pelo céu noturno...
( Um estudo de piano de Chopin,
em momento escultural da estátua
que representa a piedade de mãe,
a fi de exaltar a mãe polonesa?!...
- nas Polonesas (Polonesas!)
com a" Piedade" invertida,
de ponta-cabeça...

Ficheiro:Michelangelo Pieta Firenze.jpg

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CÁSSIA, CÁSSIA, CASSIOPÉIA! ( na planta da cássia e no céu abobadado da Cassiopéia constelada ) - verbete

O sinuoso silêncio da serpente
desenha inaudível signo-senóide

em pêndulo de morte

- pêndulo de Foucault


O insidioso silêncio da serpente...

leva ao jardim edênico

e faz descair almas no Hades

onde há-de ir todo indivíduo terrenal


O silente silvo da víbora

oculta na folha da vide

escarnece a vida em carne viva

com a morte na peçonha

mesclada ao elixir da vida

que mata na mata

e cura à saracura

e ao cura na Cúria

no limiar do miar

do gato gago ao galgo


O silvo na selva

da cobra silvestre

se enrosca na brisa

em amplexo senoidal

de ondas no movimento

nada lento do seu corpo

escamoso, flexuoso, tortuoso...


A picadura da mamba negra

abre a boca da noite escura

para a alma alarmada

libertando-a do jugo físico

- horto morto


No Santo ofício destes ofídios

a arte de ofender e matar

é um ofício oficial e oficioso

se se transplantar a planta da cobra

para a cultura "xamanística"

ou quiçá de Sá Carneiro

holística ou mística

no bastão ( brasão) de Esculápio

que cura e morre

que este deus não é imortal

e vem se consonar

com o silogismo cruel do filósofo


Nos riscos que narram mitos

no véu negro

que cobre a cabeça da mulher,

na noite obscurecida

pela alma de Joan Miró,

o Serpentário parte em cabeça e cauda

a Constelação  da Serpente

narrando o inenarrável mito

do deus Esculápio,

patrono da medicina,

porquanto na peçonha da víbora

está a a diferença entre vida e morte

e toda a farmacopéia.


A Cabeleira da Berenice

é o mito narrado em riscos

que tracejam aglomerados constelares

no céu noturno

e depois desce lépido

com pincéis e pastéis

a  tingir os cabelos da mulher,

véu nigérrimo e exuberante

no tempo do viço :

Coroa Boreal

"Corona Borealis"

as madeixas negras

que coroam em rainha

toda  mulher na noite

- A noite bela dela

está no vigor de seus cabelos bastos!

Negror a mergulhar,

mar a amar...


Cássia, Cássia, Cassiopéia! :

a planta da mulher

cujo  silvo e hemotoxina é produzido

e engarrafado nos silos da clorofila

na raiz-terra

( radical do radical no eco :

casa do ser

a rastejar e esvoaçar

entre o a serpente e o homem)

onde se esconde a víbora letífera

de peçonha neurotóxica

e se mostra na mostra dilucular

o céu (véu, chapéu, capuz, gorro, solidéu...)

a coroar esta rainha

com Coroa Boreal constelada

aonde a senhora e virgem mítica,

na geometria imaculada

da Virgem Maria do geômetra cosmológico,

em divina Conceição ( concepção),

que simboliza a mulher em todas as faixas etárias,

pisa a cabeça da serpente

no céu preclaro do cristão

e também do mouro e judeu,

pois o céu foi Deus quem deu

para coroar todas as cabeças descobertas

sem corolários

ou presunção de verdade


Cássia, Cássia, Cassiopéia:

o amor está nos olhos

quedos neste brinquedo,

folguedo...

- neste folgar!


( Ei-la! : a poesia em ziguezague ( zigue-zague) de cobra

um serpentear pela água do rio

que desemboca no ar 

em ondas senoidais).


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domingo, 11 de novembro de 2012

JÚPITER CAPITOLINO - verbete


Mister (é) inventar a paz
ou descobrí-la lá onde brilha e canta :
descobrí-la no colibri, lá na brisa,
cobrí-la na aragem natural
que corre mundo
até onde vai o mundo
e chega ao fim-do-mundo
para o indivíduo duo,
- dual em dueto;
solista, solipsista
ou em coro angélico no cantochão,
a consonar com a paz
anagógica na figura da pomba cubista de Picasso,
tonante na caixa de ressonância do violão,
em bandos de banjos
à mão ( às macheias!) e nos dedos dos anjos,
anjos-dáctilos ...
que dedilham banjos anchos,

Sancho "Ancho" Pança...
- por Júpiter...! Capitolino,
no monte com mote do deus
em tempo e templo Capitólio,
no teatro, anfiteatro, município
das minas gerais do pobre Aphonsus
a ouvir os responsos dos sinos
em ais nas catedrais drásticas
nas atitudes dos gárgulas em Notre-Dame...

 
( Ah! há a paz nos vegetais, deveras...
Aloé, Cássia! : "Aloe vera! ).

Mas mais: e muito mais e mas
para maior glória da paz
e "ad majorem Dei gloriam" ,
cujo acrônimo é AMDG
lema que frutifica em lima (laranja)
na santa Sociedade de Jesus,
sempre em companhia de Jesus
desde o basco santo Ignácio de Loyola :
paz por dentro e por fora do homem
tal qual no vitral exegético da catedral
gótica ilustrada, exegética,
em teologia lunar,
teogonia solar
e epifania de luz
de Jesus em agonia na cruz
e na luz que nada na via crucis,
"crucis" via do dia-a-dia
que nada adia
no medrar sem medo das três crucíferas
graças às três graças
e as três garças
originárias da munificência divina
e também, após o pó de Belém,
 em Canova esculpida...
- quase em vida na pedra deste outro Pigmalião!

 

( Oh! ò Vera,
aloé, Vera!
( "Aloe vera"),
a paz na mulher
é "vera" no latim
que late "Aloé vera"
quando nomeia a babosa
( "Aloe vera" ),
mas ama Vera, deveras,
porque a babosa é um bálsamo
e tem apenas relação plantar com a Cássia
( "Cinnamomum cassia"
ou "Cinnamomum aromaticum")
ou a acácia enfunada em flor :
a verdade do latim
e a mendacidade na mulher
em latitude latina
e atitude floral...).
 
Mister, ego,
ego meu, egocêntrico,
que haja preeminência da paz
ao longo e além da envergadura da asa da pomba
em dulcíssimo tatalar em voo
sobre a cabeça de Jesus recém-batizado por João
coroando com o lilás da trombeta de anjo
exuberante na glória matutina
prefigurando já na manhã sã, malsã,
um reino de amor
porquanto a paz é o mesmo que o amor
com outras nuances na palavra,
em outra acepção
e atitudes, gestos, atos humanos...:
a paz não cabe numa palavra,
numa locução verbal ou nominal,
nem em muitas frases,
nem tampouco nas orações dos livros longos e sagrados
com todos os tomos

( tomos que somos nos alfarrábios

côlonias de traça e caruncho )
que o mulos carregam nos lombos,
pois se assim fosse o fosso
o mar vermelho não daria passagem
sem profundo pesar do pélago
aos pés enxutos dos judeus errantes
que acorriam ao mar
que late a escarlate em policromia
mas não mia
nem tampouco mama
senão em italiano
belo idioma que chora e mama
na poesia de Tasso, passo a passo
com o calor do Vesúvio...
Se assim o fosso fosse
o Rubicão secaria ( transudaria?) os pés de César
antes da travessia e ante a travessura
que César faria
( Ou César fará?! ).

 
A natureza sabe e fabrica essa paz amorosa
ornada até no mel de flor de laranjeira
ou no ato do predador,
da besta atrás do alimento
e não de matar por puro ato gratuito ;
contudo, nós, humanos,
vê-la ( à paz) podemos
apenas pela vela a velar os olhos
com o véu das luzes diáfanas,
feéricas ( feericas), com cores tamisadas
nos vitrais das catedrais góticas,
ou em trevas densas, pesarosas,
onde não podemos ver...
ou mesmo antes das luzes estivais e trevas espessas
no xadrez das barras do dia e da noite
a apascentar a alma com luminárias :
templo em tempo de lusco-fusco
ao sabor, a saber, amargo nas boninas,
bonitas em Anitas.

 
( A paz assente no belo
na beleza da alma e corpo são,
em plenilúnio de lua, sol e sal (mineral),
porquanto o corpo são produz a alma sã,
com a mente sã sumo e unguento aguento
e vice-versa enquanto o campeão, o vencedor prosa.
A mesma paz ausente
do bello gálico
porque paz não é pus ).

Quiçá juntando razão e paixão
façamos o amor brotar
nas vergônteas que brotam da paixão de Eros,
à erótica, no sensualismo do amor,
ou na erupção exuberante da paixão ágape.

( Havia a via crucis
com uma paz de pinha
na poesia inebriante, inebriada de Paul Verlaine
e do Paul dos Beatles,
besouros de ouros,
escaravelhos dos velhos hieróglifos,
insígnias, selos, cartuxos dos faraós do Egito
tais coleópteros).

 
Unindo amor e racionalidade
talvez possamos por,
enquanto ser alienado de nós,
o amor no mundo,
não apenas na alienação do mito,
mas como realização da práxis
- não de Marx (Karl Marx),
nada de Marx
que com sua utopia pia
fez a foz...;
tampouco de romana pax
- não de Marx,
e sua entropia
que antevia aquilo que em "crucis via"
era do vozerio do profeta a via
dolorosa que havia
antes do ato em "persona"
de criar sua utopia
sem o "pathos" da criança Sofia
( Sofia, Sophia, que só fia na filosofia!),
que tem um pacto de amor com a paz.
 
( Paul , o grande paul,
amo o paul imenso,
profundo como o sono dos justos,
acertados em saúde;
o paul esparso em garça e saracura,
algo altas peraltas ...:
Pernaltas?!
Perna longa, perna-de-pau...
Perna de paul!)
Mister criar a paz ingente
nas gentes, urgente nos agentes,
ao invés de obnubilá-la
no lá lá lá nu do blá blá blá blau
a obnubilar a paz cá e lá.

( Cá já há a paz.
Caju lá e paz de Alá lá.
Cá...cá, lá o lá lá lá da paz
dita, maldita no maldito Modigliani
e no tio Sam, suntuoso,
ungulado na besta ungulada ...: besteira!).

Paz no pacífico
oceano que ano a ano amo
sem recorrer a pacifismo
ou outra doutrina para embalar surfista em onda...:
a paz é a rainha de Nossa Senhora de Fátima!,
porém não de Lourdes,
que é minha mãe
- Maria de Lourdes
filha de Castro
e cônjuge de Gribel.
Gilson, meu pai,
meu filho
e meu espírito santo,
o consolador
que Jesus deixou
em sua imensa piedade....
e mansidão de rio doce
onde mana maná de leite e mel,
não no leito,
mas no leite que emana da fonte de Lourdes...

 
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012

BEM-NASCIDO - wikcionário

Gostaria de deixar um filho com ela
a medrar dentro do seu paul :
Paul ou Saul ou Raul .
Um menino bem-nascido
que tenha o estro de Manuel Bandeira,
mas não desfralde bandeiras
ou creia nelas
tampouco nas gestas históricas ou lendárias...
- que todas são lendárias,
mitos da pré-história
tempo de nenhuma língua na boca
ou escrita à mão de um Santo Antão,
certo santo ermitão de então,
de antanho.
Que seja antes de todo o tempo
um rei da alegria
pois quem tem alegria tem paz
e quem tem paz
esculpe a serenidade em corpo e mente,
escultora do corpo anatômico
( a mente é o corpo fisiológico
que divide o homem ao meio
com a mulher na meia )
plasma um espírito sereno
sem chapéu para apanhar de concha
o orvalho ("sereno") da madrugada
que canta no canto de Jorge Ben Jor
num pé só
porém não de saci-pererê
porquanto poderia ribombar
esse dizer
na hipocrisia estapafúrdia
do "politicamente correto"
quando quase nada,
de fato e de direito,
é politicamente correto
na política,
porquanto "pau torto que nasce torto..."
de tanto se banhar ao sol!,
clemente, inclemente...
"morre torto".
 
Uma criança que poderá
vir-a-ser um virtuose ao piano
ou um filósofo cético
sem filosofa rebuscada;
um incréu "moderado"
porque qualquer e toda crença
só traz desavença
quando não livra o espírito de pertença
antes o institui,
sopra em bolha, estatui...
pois o mundo maniqueu
entre Deus
e o diabo
é o territória da crença :
terra aflita
em conflito...

Uma criança que diga
com giga
bytes de potência:
"Sursum corda"!
aos corações dos homens ( e mulheres!)
sem corda
na rabeca;
sem acordes
- sem acordar ...

 
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